Um app sozinho não gera dado. A presença nasce do encontro.
Um dispositivo isolado não produz presença. O evento nasce quando dois aparelhos com o Group Link SDK se encontram por proximidade, sem GPS e sem âncora física no local. A única condição é a rede: quanto mais apps participam, mais encontros acontecem e mais cobertura todos ganham.
A âncora física (GL Station, TV ou tela integrada) é uma das formas de marcar um ponto da rede. O handshake é a outra: dispositivo com dispositivo. Sem obra, sem instalação, sem ponto fixo. É a forma mais leve de entrar na rede de inteligência espacial da Dataoris, e a que mais cresce com a escala.
Dois dispositivos se encontram. Nasce um evento.
Um app sozinho não gera dado: um dispositivo isolado não produz presença. O evento nasce no encontro. Quando dois aparelhos com o Group Link SDK entram no alcance um do outro (até 30 metros), eles fazem um handshake por BLE e registram presença, sem GPS e sem nenhum hardware instalado no local.
Dispositivo com o SDK
Um usuário do seu app, com o Group Link SDK ativo, atuando como sensor mesmo em segundo plano.
Outro dispositivo da rede
Outro aparelho com o SDK por perto: do seu app ou de qualquer outro app da rede colaborativa.
Event de proximidade
O encontro vira um evento indexado em células H3 e entregue no seu endpoint via webhook, em tempo real.
Cada app que entra aumenta a cobertura de todos.
O handshake é colaborativo por natureza: você contribui com os dispositivos da sua base e ganha acesso aos encontros com toda a rede. Não é soma, é multiplicação. O valor cresce com o número de pontos ativos.
Mais pontos, mais encontros
Cada novo dispositivo com o SDK é um ponto de detecção a mais. A densidade da rede vira cobertura para todo mundo.
Cobertura onde não há âncora
Onde você não instalou hardware, o handshake entre dispositivos cobre o espaço. A rede chega aonde a infraestrutura física não vai.
Precisão que melhora com escala
Quanto mais encontros, mais sinal para calibrar a rede. A percepção do mundo físico fica melhor à medida que a base cresce.
A âncora física e o handshake se somam: onde há GL Station, a presença é ancorada num ponto fixo; onde não há, o handshake mantém a rede viva.
Confirme que o encontro aconteceu, sem digitar código.
Muitos apps confirmam uma entrega ou uma corrida pedindo que as duas pessoas troquem um código na tela. É um passo manual que trava a operação bem na hora mais sensível, abre espaço para erro e ainda depende da boa vontade dos dois lados. O handshake faz isso sozinho: quando os dois dispositivos se encontram, a confirmação acontece por proximidade.
Confirmação por código
- As duas partes param para ler e digitar um código
- Emperra com pressa, sinal fraco ou tela difícil de ler
- Abre brecha para fraude e contestação do que aconteceu
- Atrito no momento mais sensível: a entrega ou o embarque
Confirmação por handshake
- Os dois apps se reconhecem por proximidade, sem código
- Confirmação automática quando os dispositivos se encontram
- Prova de presença dos dois lados, com horário e local aproximado
- Nenhum passo manual: a operação não para
Serve para qualquer operação que depende de duas partes se encontrarem: entrega ao consumidor, embarque de passageiro, retirada no balcão, atendimento de um profissional ao cliente.
Serve para qualquer operação onde duas partes precisam se encontrar.
Onde o valor depende de duas pontas se encontrarem no mundo físico, o handshake confirma o encontro por proximidade, sozinho, sem código e sem ninguém digitar nada. Alguns exemplos:
Entrega ao consumidor
O encontro entre entregador e cliente vira prova de entrega automática, com horário e local aproximado, sem código na porta.
Embarque de passageiro
Motorista e passageiro se reconhecem por proximidade. Embarque confirmado sem trocar código no momento mais corrido.
Retirada no balcão
O cliente chega para retirar o pedido e o app confirma a presença no ponto, agilizando a entrega e reduzindo fila.
Atendimento em campo
Profissional e cliente se encontram no local combinado. O handshake registra a visita, sem checklist manual.
Três formas de detectar presença. Só uma cresce com a rede.
GPS erra indoor e drena bateria. Beacons exigem hardware em cada ponto. O handshake nasce do encontro entre dispositivos e fica mais forte a cada app que entra.
GPS / geofence no aparelho
- Posição aproximada, erra dezenas de metros indoor
- Drena bateria e exige o app aberto
- Não detecta encontro entre pessoas
Beacons / hardware em cada ponto
- Exige instalar e manter um device em cada local
- Cobre só onde há hardware
- Custo e logística crescem com a área
Handshake Dataoris
- Presença pelo encontro entre dispositivos, sem instalar nada
- Cobre qualquer lugar onde a rede está presente
- Fica mais forte a cada novo app na rede
Pronto para medir o mundo físico dentro do seu app?
Desenhamos um piloto com você: SDK no app, âncora no local e webhook no seu endpoint. Em poucas semanas você valida antes de escalar.
O handshake encaixa em quem tem app e base de usuários em movimento.
É pra você se
- Você tem um app próprio com base instalada que circula no mundo físico.
- Você quer presença e proximidade sem depender de instalar hardware em cada ponto.
- Faz sentido para o seu produto participar de uma rede colaborativa e ganhar cobertura com escala.
Talvez não ainda se
- – Você não tem um app próprio para embarcar o SDK.
- – Sua base é pequena e estática, com poucos encontros possíveis.
- – Sem problema: a âncora física (GL Station) cobre o ponto fixo. Fale com a gente.
Encontros viram eventos, em tempo real, no seu stack.
Cada handshake entre dispositivos vira um evento estruturado, indexado em células H3 e entregue no seu endpoint via webhook. É só embarcar o Group Link SDK no app que você já mantém.
- event: handshake · h3: 8a2a1072b59ffff · 14:02:11
- event: proximidade 28m · remote_id: usr_8f3a · 14:02:11
- event: permanência 3m40s · 14:05:51
- webhook → seu endpoint · 200 OK
Integração: poucas linhas no app que você já tem
// inicializa o Group Link SDK
GroupLink.init({
apiKey: SUA_CHAVE,
remoteId: idOpacoDoUsuario,
}); O handshake, sem mistério.
Handshake funciona mesmo sem instalar nenhum hardware?
Sim. O handshake é o encontro entre dois dispositivos com o Group Link SDK, por proximidade BLE, sem nenhuma âncora física no local. O que ele precisa é da rede: um dispositivo isolado não gera presença, o evento nasce quando dois aparelhos se encontram. Por isso, quanto mais apps participam, mais encontros acontecem. Onde você quer garantir presença num ponto fixo, a âncora GL Station complementa o handshake.
O handshake pode substituir o código de confirmação entre duas pessoas?
Sim, esse é um dos usos mais diretos. Operações em que duas partes precisam confirmar um encontro (uma entrega ao consumidor, o embarque de um passageiro, uma retirada no balcão) costumam pedir a troca de um código na tela, o que gera atrito e abre espaço para contestação. Com os dois dispositivos rodando o Group Link SDK, o encontro é reconhecido por proximidade BLE e gera um evento com horário e local aproximado, sem ninguém digitar nada. O código deixa de ser obrigatório e a confirmação fica automática.
Qual o alcance da detecção?
O handshake detecta dispositivos a até 30 metros, por BLE. Cada encontro gera um evento de proximidade com a geolocalização aproximada do ponto, sem identificar a pessoa.
Consome muita bateria?
Não. O Group Link SDK foi desenhado para baixo consumo e opera por BLE mesmo com o app em segundo plano. É a diferença para o GPS, que drena bateria e exige o app aberto.
E a privacidade e a LGPD?
Os dados são anônimos e agregados. Só a geolocalização aproximada do ponto é conhecida, sem identificar o usuário. O identificador de dispositivo (remote_id) é opaco, definido por você, e não deve conter dado pessoal: só o seu banco relaciona à pessoa. Captura por BLE, com criptografia em repouso e em trânsito (TLS 1.2+) e armazenamento no Brasil.
Preciso integrar com a Dataoris ou é automático?
Você embarca o Group Link SDK no app que já mantém, com documentação pública (docs.dataoris.com). Há suporte nativo (Android e iOS) e aos principais frameworks híbridos. A partir daí, os encontros com a rede já geram eventos, entregues no seu endpoint via webhook.
Como o handshake se compara com a âncora física?
São complementares. A âncora (GL Station, TV ou tela integrada) marca um ponto fixo monitorado, ideal para uma loja, um posto, uma agência. O handshake cobre o espaço entre os pontos e cresce com a rede, sem instalação. Juntos, dão presença ancorada onde importa e cobertura ampla onde não há hardware.
Como recebo os dados?
Cada evento é indexado em células H3 e entregue em tempo real no seu endpoint via webhook, o método recomendado. Você acompanha tudo no dashboard self-service, onde configura as integrações.
Outra dúvida? Fale com o time pelo WhatsApp ou escreva para suporte@dataoris.com.
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